Criamos outros universos, universos únicos e levemente alterados por cada um de nós. E no final? No final somos só as mesmas quantidades de ossos, tendo como berço eterno o mesmo solo e tendo como memorial eterno as lembranças. Vivemos numa bola de cristal que ninguém pode ver ou prever, mas se tem algo que todos nós podemos traduzir nesses dialetos indiretos da vida, é que há um fim. A abertura no final da fenda, a maçaneta da porta, e uma vez lá, para sempre lá. Além disso, o incompreensível são nossos sentimentos, nossos pensamentos, as palavras escritas e as palavras ditas. Discursos sem fim, desinteressantes e abolidos - pelo menos - da minha cabeça.
7.11.12
Nostalgia 16#
Criamos outros universos, universos únicos e levemente alterados por cada um de nós. E no final? No final somos só as mesmas quantidades de ossos, tendo como berço eterno o mesmo solo e tendo como memorial eterno as lembranças. Vivemos numa bola de cristal que ninguém pode ver ou prever, mas se tem algo que todos nós podemos traduzir nesses dialetos indiretos da vida, é que há um fim. A abertura no final da fenda, a maçaneta da porta, e uma vez lá, para sempre lá. Além disso, o incompreensível são nossos sentimentos, nossos pensamentos, as palavras escritas e as palavras ditas. Discursos sem fim, desinteressantes e abolidos - pelo menos - da minha cabeça.
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